Este artigo visa conscientizar sobre a hemofilia, informar sobre sintomas, fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce.
No dia 04 de Janeiro, celebra-se o Dia do Hemofílico no Brasil, uma data dedicada à conscientização sobre a hemofilia e ao apoio àqueles que vivem com essa condição. A hemofilia é um distúrbio genético raro e crônico que afeta a coagulação do sangue, tornando-o mais propenso a sangramentos prolongados. Esta data tem como objetivo não apenas informar, mas também promover a solidariedade e a compreensão em relação aos desafios enfrentados pelos hemofílicos.
O Dia do Hemofílico foi estabelecido para aumentar a conscientização sobre a hemofilia e outras doenças relacionadas à coagulação sanguínea. Além disso, visa destacar a importância do diagnóstico precoce, do acesso a tratamentos adequados e do apoio contínuo para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
É o tipo mais comum de hemofilia , que atinge entre 70 e 85% dos casos, e está ligada à deficiência do fator VIII de coagulação.
Os sintomas estão ligados a justamente a o quanto essa diminuição é expressiva. Por isso, os hemofílicos que possuem a doença do tipo A podem apresentar hemorragias nas intra-articulações (cotovelos, joelhos, tornozelos, etc), musculares, após cirurgias e em regiões específicas, como na boca, epistaxe e sistema nervoso central.
Alguns sangramentos podem ser espontâneos ou mesmo internos, por isso, é muito importante buscar um médico caso você tenha se identificado com algum dos sintomas.
Já o tipo B, está ligado a deficiência do fator IX de coagulação.
Embora os sangramentos sejam iguais nos dois tipos, a hemofilia também pode ser classificada em estágios. Grave quando o indivíduo apresenta menos que 1% do fator de coagulação, moderada quando a taxa está entre 1% e 5%)e leve quando acima de 5%.
Sintomas para Identificar:
Sangramentos frequentes
Hematomas de fácil formação
Fadiga e fraqueza
Sangramento nas articulações
Identificar a hemofilia em estágios iniciais é crucial para iniciar um tratamento eficaz. Profissionais de saúde e a comunidade em geral devem estar cientes dos sintomas e fatores de risco, permitindo um diagnóstico mais rápido.
A partir de um exame de sangue, a deficiência da coagulação pode ser identificada. A existência de outros casos na família também devem ser um sinal de alerta, já que a doença é hereditária.
Avanços na medicina trouxeram tratamentos inovadores para a hemofilia, incluindo terapias de reposição de fatores de coagulação e medicamentos específicos. É vital que os pacientes tenham acesso a esses tratamentos para gerenciar sua condição de maneira eficaz.
Hemofílicos precisam tomar precauções extras para evitar lesões que possam levar a sangramentos. Isso inclui evitar atividades de alto risco, usar equipamentos de proteção adequados e ter um estilo de vida saudável.
Além dos desafios físicos, a hemofilia pode impactar o bem-estar emocional. É essencial oferecer apoio psicossocial aos pacientes, suas famílias e cuidadores para lidar com o estresse emocional associado à condição.
Promover a educação contínua sobre a hemofilia é fundamental. Isso inclui disseminar informações precisas, combater estigmas e capacitar os pacientes a gerenciar sua condição com eficácia.
Garantir que os hemofílicos tenham acesso contínuo a tratamentos e cuidados de saúde é essencial. Isso envolve a colaboração entre profissionais de saúde, organizações governamentais e a sociedade para garantir a equidade no acesso aos recursos necessários.
O Dia do Hemofílico é uma oportunidade para unir esforços, promover a conscientização e apoiar aqueles que vivem com hemofilia. Ao ampliar o entendimento da condição e incentivar a empatia, podemos construir uma comunidade mais solidária e compassiva para enfrentar os desafios associados à hemofilia.
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